Olá!
Este sou eu, animado com o incerto e enfadigado do vazio.
A constancia foge destes sentidos. Eu já não sei mais o que em pela frente. Gosto muito disso. Amo isso. Talvez eu seja isso.
Sempre me cobrei para que pudesse prospectar coisas, pensar no futuro, planejar e tal. Nunca consegui. Fruto de uma sucessão de sucessões.Produto do acaso. Da sorte não, pois a sorte nem sempre me sorriu. Sempre esperava um sorrisinho, mesmo de soslaio, mas nem isso.
Criatura mesquinha essa sorte. Vaca!
Ai fico eu assim, tentando me animar de não contar com a sorte, de correr atrás das minhas coisas. Mentiiiira! Sou um eterno preguiçoso, querendo colo e cansado de ter crescido antes do tempo. Queria ter trabalhado só aos 18, ter cursos e idiomas sustentados pelos pais mas nunca rolou. Então dei um jeito de rolar.
Com 18, idade em que eu queria ter sombra e água fresca, saí de casa. Fui pra São Paulo, o que eu pensava ser uma cidade grande.fugi daquele interior mequetrefe e me senti heroína de novela chegando na cidade grande.
Não destilado
Sangue quente em formol
sábado, 31 de março de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Era uma vez, uma pequena raposa que se apaixonou pelo lobo adolescente. Juntos eles passaram por tudo que havia de impedimentos, tudo o que as suas naturezas podiam contrariar. Foram corajosos, demonstraram amor.
O lobo sempre demonstrou um amor incondicional pela raposa. A raposa sempre amou incondicionalmente o lobo, porém não se sentira a vontade para demonstrar tão claramente.
Anos se passaram e o amor entre eles se fez forte e sólido.
Depois de alguns anos, a raposa fez amigos. Ursos, cobras, topeiras. O lobo não gostava de nenhuma delas. Mataria um urso, se o visse pela frente.
Um dia a raposa, brava, disse ao lobo que eram apenas amigos e que o amava. Não era o interesse de outros que iria afetar o amor deles.
O lobo é chato, continua chato, mas ama a raposa.
domingo, 20 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Como anos atrás, me deparo com o bloco em branco, esperando composição.
Não estou mais igual, porém hoje sou o mesmo garoto medroso e raco de outrora. Fugi e continuarei fugindo. Na verdade é covardia. sou e sempre fui.
Portos Seguros não existem e hoje o que eu mais quero é arriscar. Meus motivos podem parecer torpes, mas as vontades são tão intensas.Quero seguir por essa estrada e ser feliz ao lado de quem eu amo. Seja qual for o caminho, que seja feliz.
Feliz como não estou sendo e como não fui ainda. As vezes acho impossível, mas tanta gente é.Tantos.
Talvez eu deva arriscar mais, porque morrer de amor, eu já morri. Na verdade eu vivo.
O problema é outro.É minha rotina e é minha falta de escrita.
Não estou mais igual, porém hoje sou o mesmo garoto medroso e raco de outrora. Fugi e continuarei fugindo. Na verdade é covardia. sou e sempre fui.
Portos Seguros não existem e hoje o que eu mais quero é arriscar. Meus motivos podem parecer torpes, mas as vontades são tão intensas.Quero seguir por essa estrada e ser feliz ao lado de quem eu amo. Seja qual for o caminho, que seja feliz.
Feliz como não estou sendo e como não fui ainda. As vezes acho impossível, mas tanta gente é.Tantos.
Talvez eu deva arriscar mais, porque morrer de amor, eu já morri. Na verdade eu vivo.
O problema é outro.É minha rotina e é minha falta de escrita.
terça-feira, 12 de abril de 2011
A dor da escrita as vezes se torna alívio em madrugadas em que a única coisa que resta, neste quarto escuro da imaginação, é a própria imaginação. Nunca prestei muita atenção no que escrevo, nunca foi muito mecânico. Acredito e espero sempre acreditar que esse é um processo artístico, extremamente viceral e consequentemente incompreendido.
Escrita não só como forma de comunicação, mas sim de libertação.
Acredito que são poucos os que sabem o quão real é a libertação proporcionada pela escrita, não só de libertar seus demônios quando se está depressivo, acho isso bem cafona pra falar a verdade. Escrever têm lá seu gozo, seu toque nas partes baixas, sua intima loucura.
Não procuro fazer com que as pessoas me entendam, na verdade o contrário acho muito mais charmoso.
Escrever pode ser simplesmente subir por uma escada enorme e se jogar de lá com um belo sorriso no rosto.
Escrita não só como forma de comunicação, mas sim de libertação.
Acredito que são poucos os que sabem o quão real é a libertação proporcionada pela escrita, não só de libertar seus demônios quando se está depressivo, acho isso bem cafona pra falar a verdade. Escrever têm lá seu gozo, seu toque nas partes baixas, sua intima loucura.
Não procuro fazer com que as pessoas me entendam, na verdade o contrário acho muito mais charmoso.
Escrever pode ser simplesmente subir por uma escada enorme e se jogar de lá com um belo sorriso no rosto.
domingo, 13 de março de 2011
Meu sono nunca vem na hora certa, sempre chega muito tarde. Vem depois da depressão, da raiva, do ponto alto da solidão.
Toda semana desejo mudar o mundo, ou melhor, o meu mundo, minha escrotice. Foi levando essa escrotice a sério que cheguei a esse ponto, me afundei! Pensei que pudesse ficar só com os pés sujos, encardidos, mas fodeu geral, cagou mesmo.
Depressão a parte, preciso dormir, dormir muito, ter férias. Já? Já!
Isso até me parece conversa conhecida e que eu odeio, mas nem é. Tento fazer minha revolução a cada dia, a cada passo, mas quando não rola me sinto um merda. Acho que com todo mundo é assim, se sentir um merda.
Cansei.Sono.
Toda semana desejo mudar o mundo, ou melhor, o meu mundo, minha escrotice. Foi levando essa escrotice a sério que cheguei a esse ponto, me afundei! Pensei que pudesse ficar só com os pés sujos, encardidos, mas fodeu geral, cagou mesmo.
Depressão a parte, preciso dormir, dormir muito, ter férias. Já? Já!
Isso até me parece conversa conhecida e que eu odeio, mas nem é. Tento fazer minha revolução a cada dia, a cada passo, mas quando não rola me sinto um merda. Acho que com todo mundo é assim, se sentir um merda.
Cansei.Sono.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Tríade
Três coisas me interessavam quando eu tinha 18 anos: sexo, cigarro e alcool. Ainda sou amigo íntimo de algumas delas e a partir disso escrevo compulsivamente nos últimos tempos.
Aqui eu encontrei somente um espaço pra armazenar, refugiar essas ideias.
Estou arrumando a casa e já já penduro tudo nas paredes e estantes.
Aqui eu encontrei somente um espaço pra armazenar, refugiar essas ideias.
Estou arrumando a casa e já já penduro tudo nas paredes e estantes.
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